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“Quiet Cracking”: por que funcionários estão emocionalmente ausentes no trabalho?

O fenômeno do “quiet quitting”, em que funcionários faziam apenas o mínimo exigido, parece ter dado lugar a uma tendência ainda mais preocupante: o “quiet cracking”, ou quebra silenciosa. Nesse cenário, colaboradores permanecem fisicamente presentes, mas emocionalmente distantes, o que resulta em queda de engajamento, perda de iniciativa e impacto direto na produtividade. Essa nova […]