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Dados descentralizados, retrabalho e ajustes de última hora fazem com que profissionais de controladoria gastem até 70% do tempo preparando informações, em vez de analisando resultados 

O início de um novo mês costuma representar também o início de uma corrida contra o tempo dentro das áreas financeiras e de controladoria. Mesmo após o encerramento oficial do período nos ERPs, muitas empresas ainda enfrentam problemas como lançamentos em aberto, divergências entre áreas, inconsistências em planilhas e dificuldade para validar informações antes da apresentação dos resultados. 

Esse cenário, além de aumentar a pressão sobre os profissionais envolvidos, pode comprometer diretamente a qualidade das análises financeiras e a capacidade de tomada de decisão estratégica das empresas. 

Segundo levantamento da Forrester Research citado pela HubCount Tecnologia, profissionais chegam a gastar cerca de 70% do tempo apenas preparando e organizando dados para análise. Na prática, sobra pouco espaço para atividades mais estratégicas, como interpretação de indicadores, análise de desempenho e planejamento financeiro. 

Para Gabriel Capano, o problema não está na falta de informações, mas na dificuldade de estruturar e consolidar os dados de forma confiável. “As empresas possuem cada vez mais dados, mas ainda enfrentam muita dificuldade para transformar essas informações em inteligência de gestão. O que vemos é um excesso de tempo sendo consumido em tarefas operacionais, conferências manuais, consolidação de planilhas e ajustes de última hora”, afirma. 

Entre os desafios mais comuns enfrentados pelas áreas financeiras estão dados espalhados entre diferentes sistemas, ausência de padronização, divergências entre departamentos, excesso de controles manuais, dificuldade para rastrear inconsistências e dependência de pessoas específicas para concluir o fechamento. 

Segundo Capano, esse ambiente gera insegurança sobre os números apresentados e reduz a capacidade das empresas de reagir rapidamente às mudanças do mercado. “Muitas vezes o fechamento vira um processo de sobrevivência. O time passa mais tempo procurando informação do que analisando resultados. Isso afeta diretamente a confiança nos números e dificulta decisões importantes para o negócio”, explica. 

Outro impacto relevante é o retrabalho. Em muitos casos, erros e inconsistências só são identificados no final do processo, gerando correções emergenciais e aumentando a pressão sobre as equipes. “O desafio não é apenas fechar rápido, mas fechar com segurança. Quando os dados não estão organizados e integrados, qualquer divergência provoca um efeito em cadeia de retrabalho e perda de confiança”, complementa. 

Para ajudar empresas a enfrentar esse cenário, a HubCount Tecnologia desenvolveu o Método F.E.C.H.A.R., que reúne seis etapas práticas para estruturar o fechamento gerencial e torná-lo mais previsível e eficiente. A metodologia é baseada em seis passos:

A proposta é ajudar empresas a reduzir o tempo gasto com tarefas operacionais, minimizar inconsistências e ampliar a capacidade analítica das equipes por meio da integração de dados e do uso de Business Intelligence com Inteligência Artificial aplicada à realidade brasileira. 

“Hoje as empresas precisam muito mais do que dashboards. Elas precisam de clareza, rastreabilidade e capacidade de interpretar os números rapidamente. A tecnologia tem papel fundamental para transformar o fechamento em uma ferramenta estratégica de gestão”, destaca Capano. 

O conteúdo completo com os seis passos está disponível gratuitamente em:
Método F.E.C.H.A.R. – Download gratuito

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