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O fenômeno do “quiet quitting”, em que funcionários faziam apenas o mínimo exigido, parece ter dado lugar a uma tendência ainda mais preocupante: o “quiet cracking”, ou quebra silenciosa. Nesse cenário, colaboradores permanecem fisicamente presentes, mas emocionalmente distantes, o que resulta em queda de engajamento, perda de iniciativa e impacto direto na produtividade.

Essa nova tendência corporativa é consequência de esgotamento emocional, sobrecarga de tarefas e falta de reconhecimento. Diferente do abandono silencioso, aqui os efeitos são mais sutis, mas potencialmente mais prejudiciais para a cultura organizacional. Entre os sinais mais comuns estão a redução do entusiasmo em projetos, menor interação com colegas e uma desmotivação persistente.

Para Andre Purri, CEO da HRTech Alymente, enfrentar essa realidade exige que as empresas repensem suas estratégias de gestão e engajamento. “Investir em reconhecimento genuíno, comunicação transparente e equilíbrio entre vida pessoal e profissional são medidas importantes. Além disso, criar canais seguros para que funcionários expressem frustrações e sugestões pode prevenir o distanciamento silencioso antes que ele se torne sistêmico.”

À medida que o mercado de trabalho evolui, compreender essas nuances se torna cada vez mais estratégico. Ignorar o “quiet cracking” não apenas afeta a produtividade imediata, mas também pode comprometer a retenção de talentos e a reputação da empresa no longo prazo.
Caso tenha interesse na pauta, basta nos avisar que faremos a ponte com o executivo/especialista para uma entrevista.

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